Poema de boteco 02

Segundo boteco da noite
Não há muita diferença entre eles
Pessoas felizes, comemorando, outras sozinhas, presas em sua solidão
Hoje estou presa na minha
Tentando procurar você em cada gole dessa bebida
Ou em cada letra desse poema mal escrito
Lhe procuro em cada boteco que entro
Em cada boca que beijo, procuro o doce da tua
Em cada ar perfumado que respiro, é pelo teu perfume que anseio
Meu corpo anseia pelo teu calor
A bebida acabou e eu já não consigo raciocinar tão bem
Melhor ir parando, quem sabe no próximo boteco eu lhe encontro

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