Poema de boteco.

Bem vindos a minha destruição.
Chego o grande momento que todos esperavam.
A minha, a sua, a nossa destruição.
Nada se encaixa entende?
Eu não me encaixo em lugar nenhum.
Você que me jogou na primeira viela que viu, por onde andas?
É tão fácil me deixar né?
Onde aprendeu isso? Ensinou para as outras pessoas?
Veja, meu bem… Estou jogada nessa mesa de bar.
Sobre algo que começou como destruição e terminou falando de você.
Talvez você seja minha destruição.
Antes de você tudo era inteiro, agora…
Agora tudo está em pedaços.
Agora me diz… O que ganhou com a minha destruição, meu bem?
O que ganhou?
Você me jogou na primeira esquina, destruiu tudo de bom que tinha em mim.
E a sua vida? Mudou?
Claro, claro que não.
Pode ir embora, eu não preciso de você.
Garçom, pode mandar mais uma, senta aqui comigo.
Essa noite é por minha conta.

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