Suicide.

Era um dia nublado, Antonieta acordara triste, todos em sua volta lhe perguntavam o motivo para teu belo sorriso ter sumido. Ela não respondia ninguém, sentada em sua mesa naquele escritório, Antonieta começara a pensar no motivo de sua tristeza, ela não tinha um nome específico. A moça do belo sorriso estava apenas cansada de viver na solidão, seu sorriso era teu escudo, era a forma de ninguém perceber sua dor. Fim de trabalho, Antonieta estava no metrô voltando para casa, a mesma chegou, tomou seu banho, foi para seu quarto, escreveu qualquer coisa em uma folha amarelada, colocou sua roupa favorita, tomou vários comprimidos, pegou a folha e deitou em sua cama, ali adormeceu para todo o sempre. Era quase de manhã quando seu melhor amigo chegara e viu que ela já estava pálida e gelada, aos prantos leu o que ela escreveu, era uma carta de despedida, na qual ela dizia todos os seus medos, angústias, dores e traumas. Como diz aquela música do Legião “nada fácil de entender”, seu melhor amigo cantou em voz baixa e em meio aos soluços “dorme agora, é só o vento lá fora”, essa era a música favorita de Antonieta. Nunca se deixe enganar por um sorriso, as vezes eles escondem muitas coisas que nem todos conseguem entender. 

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